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Igreja Matriz de Vila Jusã

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A actual igreja paroquial de Vila Jusã é pequena e não apresenta nenhuns vestígios arquitectónicos que a identifiquem com a primitiva igreja do século XII, que foi doada pelo primeiro rei de Portugal a Martinho Calvo. Encontra-se isolada do centro da freguesia e foi reconstruída nos meados do século XVIII com a pedra de outra igreja antiquíssima, cuja memória se perdeu nos idos do tempo. Agregado à antiga residência paroquial de São Martinho havia um Passal, e, nos anexos deste, abegoarias para guardar gados, utensílios de lavoura e carros de duas rodas, o que prova a comercial importância eclesiástica desta igreja rural que entrou em declínio após as invasões francesas e as lutas entre liberais e miguelistas.

Acessos
Caminho Municipal situado ente a EM518-1 e a EN108. GPS: N41ᵒ9,173 – W7ᵒ53,354
Grau
5
Utilização Inicial
Religiosa: Igreja Paroquial
Utilização Actual
Religiosa: Igreja Paroquial
Propriedade
Privada: Igreja Católica
Cronologia
1753, 12 Junho - termo de abertura do "livro dos capítulos da Igreja de São Martinho de Vila Jusã", referindo as visitações à igreja; 7 Julho - Pe visitador manda que a Irmandade das Almas mande fazer as suas opas, e a encadernação do missal da Capela de São Frei Gil; 1756, 5 Julho - visto a igreja não ter sacristia, o visitador manda o pároco cuidar da sua fábrica por ser muito necessária para os paramentos e caixões onde se guardavam as vestes sacerdotais; manda ainda levantar a parede do adro atrás da capela-mor no prazo de um ano, e a sacristia no prazo de dois; 1763, 20 Abril - o visitador manda o pároco fazer uma descrição e inventário de todas as propriedades e bens de raíz, vasos sagrados e ornamentos da Igreja, bem como de todas as alfaias, instrumentos e abegoarias pertencentes à Residência paroquial e ao passal da igreja; devia também descrever os documentos e livros pertencentes ao Benefício, todos os pertences das Confrarias e fazer a relação dos usos e costumes paroquiais; manda ainda que o administrador da Capela de São Frei Gil faça compor o altar de madeira e o telhado com argamassa de barro, compor o pavimento de madeira e rebocar e pintar as paredes, tudo no prazo de 4 meses, sob pena de se proceder ao sequestro nos bens hipotecados à dita capela; 1781, 2 Junho - visitador proibe as Procissões os Passos nas aldeias e vilas pequenas e as Endoenças de noite e recomenda que na quinta feira santa a porta da igreja seja fechada ao sol posto e se faça o sermão do mandato antes das matinas e o da Paixão ficasse para sexta-feira; 1785, 6 Março - edital do Bispo do Porto, D. Frei João Rafael de Mendonça, proibindo as igrejas estarem abertas de noite; séc. 18, 2ª metade - demanda entre os paroquianos de Vila Jusã e os de Mesão Frio por estes últimos se quererem apoderar da Capela de São Silvestre; 1802, Janeiro - ordem de correr para a comarca de sobre Tâmega, por António de S. José de Castro, Bispo do Porto, na qual se faz saber que o rei os incumbiu de dar os mapas exactos da população de cada uma das freguesias do Bispado;

 

1814, 14 Outubro - ordem do vigário Capitular do Bispado do Porto, nomeando para altar privilegiado da Igreja de São Martinho de Vila Jusã, o altar das Almas, com indulgência plenária, cuja graça duraria até ao dia 29 de Agosto 1821 e foi concedido pelo Papa Pio VII; 1844, 22 Julho - Circular do Bispo do Porto concedendo 40 dias de indulgência a todos os fiéis Diocesanos que concorressem com os meios pecuniários para a conservação e aumento da mesma sociedade; 1856 - Mesão Frio já pertencia à diocese de Lamego; 1863, 25 Maio - visitador nota apenas como deficiência o facto de ter um cálice, que precisava ser dourado, precisava de uma pedra de ara e de uma chave para a pia baptismal; 1922, 20 Abril - passou para a diocese de Vila Real.
Bibliografia
Coord. SILVA, Isabel, Dicionário Enciclopédico das Freguesias, vol. 3, Matosinhos, 1997; DIAS, António Dias, Fastos de Mesão Frio, Porto, 1999.
Observações
EM ESTUDO
Fonte
S.I.P.A. por Paula Noé

 

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