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As Invasões Francesas

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Desde a Casa da Picota até ao fundo da Vila moravam inúmeras famílias das mais nobres do Douro. Devido à localização geográfica, situado no trajecto da estrada militar entre o Porto e Régua, Mesão frio foi muito devastado pelos sucessivos movimentos de tropas, desde a guerra peninsular até às guerras civis que culminaram com a Revolução popular da Maria da Fonte. A época que marcou dramaticamente a Vila foi o tempo das invasões napoleónicas, cujos soldados destruíram, queimaram e pilharam tudo o que lhes ficava pelo caminho. Em 1808 as tropas do general Loison, (conhecido em tom depreciativo pelo povo por “Maneta”) em marcha forçada de Almeida, que nessa altura já se tinha superiorizado aos invasores, chegaram a Mesão Frio. Rumo ao Porto, a divisão militar do general Loison foi surpreendida por um elevado número de populares armados com varapous, roçadoras, facas e bacamartes enferrujados que impediram a passagem nos Padrões da Teixeira. No local, em memória desses tempos, encontra-se um monumento de granito com a inscrição “ POR AQUI NÃO PASSARAM”. Os franceses retiraram precipitadamente pela estrada pombalina do Alto de Quintela em direcção a Mesão Frio, mesmo em fuga, destruíram e queimaram, matando pessoas indefesas. Várias casas brasonadas ficaram reduzidas a escombros, o Convento dos Franciscanos do Varatojo, o Hospital da Misericórdia e a Igreja de Santa Cristina são alguns exemplos. As tropas do “Maneta” continuaram a sua fuga pela Régua, chegaram a Lamego no dia 21 de Junho, na manhã seguinte partiram para Viseu. A pressa era tanta que deixaram parte da bagagem em Lamego, o fruto das pilhagens em Mesão Frio. 

 

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