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Vila Marim

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Étimo medieval: Sam Mamede de Villamarim

Área geográfica: 850 Hectares

Data histórica: 1211 (Venda de uma herdade ao mosteiro de Tarouca)

Padroeiro: São Mamede

Figura Pública: Visconde António Botelho Teixeira

Gastronomia: Cabrito assado com arroz de forno, biscoitos de Donsumil, falachas e “sopa de castanha pica”.

Festividades: Mártir S. Sebastião (20 de Janeiro), Senhora do Rosário (30 de Maio), São Caetano (7 de Agosto), São Mamede (17 de Agosto), Santa Luzia (13 de Dezembro) e Romaria do Lameirinho (Segundo Domingo de Julho)

Paisagem obrigatória: Miradouro de Donsumil

Património edificado: Casa de Valdourigo, Casa de Santiago, Casa do Salgueiral, Casa do Paço, Casa do Miradouro, Casa do Povo, Casa do Granjão, Casa da Azenha, Igreja Matriz, Capela de São Caetano e Ponte Cavalar.  

Actividades económicas: Agricultura, Vitivinicultura, Turismo de Habitação e Olivicultura.

As origens de Vila Marim são seguramente muito antigas podendo remontar à época castreja.  As notícias mais antigas sobre Vila Marim ascendem ao século XII e são fornecidas pelas posteriores Inquirições de 1258. Dão conta da vinda de D. Sancho I a Mesão Frio para mandar queimar as casas que homens de Vila Marim fizeram no rego por onde corria a água para Mesão Frio ao mesmo tempo que mudaram as entradas da vila, tendo feito vinhas nessas entradas. Do século XIV em diante o traço mais importante da história desta freguesia é a sua categoria de honra com privilégio de beetria.
 
 Foram senhores de Vila Marim, o conde de Barcelos, cuja carta de confirmação e aprovação foi concedida por D. Afonso V, e os filhos de D. João II, o Infante D. Afonso e D. Jorge. Mas em 6 de Setembro de 1489, D. João II passou uma carta a Afonso Leite dando-lhe foros, casas, casais e outros direitos régios em Vila Marim, de onde se infere que as beetrias não se estendiam ao total de cada freguesia. Após a morte de D. Jorge, em 1550, as beetrias foram extintas por D. João III. Muito depois, ainda Vila Marim se qualificava de honra. Nesse século XVI era grande o poderio económico da freguesia, isto, fazendo fé no abade de Miragaia: “Note-se que já em 1532, contando apenas sessenta fogos, produzia 900 almudes de azeite, doze mil alqueires de pão, quinze mil alqueires de castanha, e quinze mil almudes de vinho... Imagine-se a riqueza daqueles sessenta fogos”.  

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