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Oliveira

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Étimo medieval: Santa Maria de Ulveyra

Área geográfica: 348 hectares

Data histórica: 2 de Abril de 1170 (carta de couto da Villa de Oliveira)

Padroeira: Santa Maria de Oliveira

Figura Pública: Eduardo Afonso de Sousa Faria Lobo Girão

Gastronomia: Papas de farinha de milho

Festividades: Santa Maria de Oliveira em 15 de Agosto

Paisagem obrigatória: Miradouro da Capela da Nossa Senhora da Piedade.

Património edificado: Igreja Matriz, Casa das Torres, Casa de Sant´Anna, Casa da Quinta Nova e Casa D´Além.

Actividades económicas: Agricultura, Vitivinicultura, Turismo Rural e Cestaria.

"O mais antigo documento que nos fala de Santa Maria de OLIVEIRA data do ano 970 quando um servo de Deus e confessor, de nome Cristóvão, fez uma doação ao Mosteiro onde professava de umas propriedades e outros bens de raíz , que se estendiam por Oliveira e a actual Cederma, e se prolongavam até à confluência do rio Sermenha.
Dois séculos mais tarde, a 2 se Abril de 1170, D. Afonso I doa eclesiasticamente a “villa” de Oliveira ao Mosteiro de Tarouca, através de Carta de Couto.
São muito ténues os fios da história medieval de Santa Maria de OLIVEIRA. Exceptuando três documentos datados do século X e XI, nada mais temos além de vagas referências que se confundem com a nebulosa fundação de uma igreja primitiva, nos princípios do século XII, que se situaria a cavaleiro da actual Igreja Matriz.
Outro testemunho da antiguidade desta freguesia é a calçada romana que desce estreita, e murada de pedra de xisto, desde o Lugar das Torres até à Ponte dos Martinhos, onde se encontra um marco geodésico que divide as freguesias de Oliveira e Cidadelhe.
A reduzida população dos lusitanos destes termos, na época em que o castro de Cidadelhe foi sitiado, aglomerava-se, preferencialmente, em cavernas iluminadas com fogueiras para afugentar da noite os animis selvagens, e em sítios altos e fortificados para se defender das investidas contínuas dos povos invasores. A antiga Cidadelhe, frontaleira a Santa Maria de Oliveira, era uma dessas povoações fortificadas que alguns autores dizem ter sido Sinania, cidadela romana da idade do Bronze Final.
Ligando as povoações fortificadas às antigas villas, como Oliveira, aparecem com os romanos as vias militares que, naquela época, mais não eram do que rudimentares caminhos calcetados de granito ou xisto para permitir a passagem das suas tropas, em permanente vigilância dos territórios ocupados.
Um pouco antes da chegada dos denominados povos “bárbaros” do norte da Europa, o território que hoje constitui a freguesia de Santa Maria de Oliveira, e as terras circunvizinhas, encontravam-se enquadradas na paróquia sueva denominada ALIOBRIO, a qual, tendo como padroeiro o Mártir S. Vicente, faria da vizinha Cidadelhe o centro político e religioso desta jurisdição administrativa, que teria a Oriente, como limite territorial, o antiquíssimo Lugar de Vale de Arados. É muito provável que, mais tarde, as granjas que constituiam o património da primitiva Igreja de Santa Maria de Oliveira, fossem repovoadas pelos monges que nelas viviam, auxiliados nos trabalhos do campo pelos servos da gleba de que nos fala Alexandre Herculano na sua “História de Portugal”, os quais deram origem aos primitivos moradores e antepassados dos actuais habitantes desta antiga povoação."

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