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Étimo medieval: São Bartholomeo de Barqueyros

Área geográfica: 465 Hectares

Data histórica: 13 de Setembro de 1223 (Foral de D. Sancho II)

Padroeiro: São Bartolomeu

Figura Pública: Domingos Monteiro

Gastronomia: Cabrito assado com arroz de forno e broa caseira.

Festividades: São Bartolomeu (24 de Agosto) e Nossa Senhora da Conceição (8 de Dezembro)

Paisagem obrigatória: Miradouro da Portela

Património edificado: Igreja Matriz, Capela Mortuária e Capela Pública de Nossa senhora da Conceição.

Actividades económicas: Agricultura, Vitivinicultura, Construção Civil e Comércio.

Perde-se bem longe no tempo a formação desta antiga aldeia, no entanto, tudo leva a um destino comum, o rio Douro e o antepassado Barco Rabelo. Durante muitos séculos o rio Douro foi a única ligação directa com o litoral do país, no entanto, inúmeros caminhos vicinais e estradas rurais com ligação às zonas ribeirinhas foram frequentados por mercadores, almocreves, carreteiros e recoveiros. Cedo o homem descobriu o rio e aprendeu a interagir com os seus recursos, estabelecendo-se nas margens em pequenos povoados.

Breve Cronologia Histórica

Em 13 Setembro  de 1123 foi concedido o foral pela rainha D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, à povoação de Barqueiros.

Em Setembro de 1223 foi concedido novo foral dado por D. Sancho II.

Em 1 de Março de 1441 foram confirmados por D. Afonso V todos os privilégios de Barqueiros.

Em 20 de Setembro de 1513 foi entregue mais um foral por D. Manuel, na sequência do qual se deve ter construído o pelourinho; pelo foral, D. Manuel determinava que a vila não pagasse mais direitos do que 3$7000 aos senhores de Penaguião.

10 de Fevereiro de 1583 foi a data da criação do título de Conde de Penaguião, por D. Filipe I, concedido a D. João Rodrigues de Sá; séc. 18, início - o concelho pertencia à Coroa.

Em 1758, segundo as Memórias Paroquiais da freguesia, o concelho e vila de Barqueiros, com 250 fogos, pertencia ao bispado do Porto, Comarca Eclesiástica de Sobre Tâmega e, no secular, à Comarca de Lamego; tinha câmara e juiz ordinário do cível, crime e órfãos e dois escrivães do público, judicial e notas, bem como capitão-mor, sargento-mor e duas companhias com dois capitães da Ordenança; há poucos anos, por ordem real, se havia dividido a dita companhia, pelo seu Conselho de Guerra, em duas companhias e criou-se de novo o capitão-mor; Barqueiros tinha praça pública com pelourinho, situada no bairro da Sub Igreja, o principal, onde a cada 24 de Agosto, dia de São Bartolomeu, se fazia feira franca, a que acudiam os moradores das freguesias vizinhas; a câmara continuava a pagar 3$7000 aos senhores de Penaguião, ficando com o senhorio dos montados e pescarias.

 

Em 6 de Novembro  de 1836 foi a extinção do concelho de Barqueiros e sua integração como freguesia no concelho de Mesão Frio; após a extinção do concelho, procedeu-se ao apeamento e parcial destruição do pelourinho, guardando-se um dos elementos numa casa particular em Barqueiros, no largo do Pelourinho, e um outro na casa do antigo regedor, em Mesão Frio.

 

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