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A História do Vinho

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Remonta de tempos imemoráveis a origem do vinho. Diz-se que já no tempo dos romanos se fazia vinho no Douro e que centuriões e legionários mitigavam com ele as saudades da pátria Roma. No entanto, foi no ano de 1659, durante o protectorado de Oliver Cromwel, que foi nomeado o primeiro cônsul britânico para a cidade do Porto, que foi incrementada a produção de vinho. Em Dezembro de 1703 foi assinado com a Inglaterra um tratado comercial, conhecido pelo tratado de Methuwen, o qual admitia a entrada de vinho português nas ilhas britânicas, com impostos preferenciais em relação aos que sobrecarregavam os vinhos franceses e alemães, tornando-se assim uma bebida muito popular. O Vinho do Porto derivou de um acidente enológico do qual resultaram mudanças substanciais no habitual processo de elaboração dos vinhos do Douro, nascendo assim um generoso com características perfeitas.  A designação de "Vinho do Porto" surge por volta da segunda metade do séc. XVII, perante uma necessidade comercial exportadora. No ano pombalino de 1756, reorganizou-se a economia portuguesa, instituiu-se a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro e, em 1757, o Marquês de Pombal mandou delimitar as melhores áreas de produção de vinho do Vale do Douro, com sólidos marcos de granito, os Marcos de Feitoria. Surgia, assim, a 1ª Região Demarcada. Em 1926 houve necessidade de se criar o Entreposto de Vila Nova de Gaia que passou a funcionar como extensão da região demarcada e como local de armazenamento da maioria das empresas exportadoras. Em 1933 foi criado o Instituto do Vinho do Porto, em simultâneo com a Casa do Douro e o Grémio de Exportadores do Vinho do Porto. Os vinhedos que dão origem ao Vinho do Porto situam-se nas encostas abruptas e grandiosas do Rio Douro e dos seus afluentes. O arroteamento, terraceamento e fertilização, processo indispensável à instalação da cultura da vinha, originou uma paisagem deslumbrante, de características ímpares.

 


Não se sabe com rigor onde começa a história do Vinho do Porto. Os conhecimentos dos frades de Cluny, o trabalho dos portugueses e a veia comercial dos ingleses terão feito o conjunto que deu origem ao Vinho do Porto. É conhecido internacionalmente como o néctar dos deuses. O seu paladar suave, encorpado e doce é a bebida escolhida para apadrinhar as mais diversas comemorações. Para que às nossas casas chegue o néctar dos Deuses é necessário que a natureza e o homem reúnam esforços e aproveitem sinergias. Essa é a base do cultivo dos vinhos, onde o solo, o clima, a natureza em si, colaboram com lavradores para que seja possível a sua criação.
A Região Demarcada é única no mundo devido às suas características específicas, o que faz com que este vinho não possa ser cultivado noutro solo, provindo deste factor o seu tão apreciado paladar e o seu tão "apreciado" comércio. A região do Douro pertence à formação geológica denominada de Complexo Xisto - Grauváquico. Nesta região o solo apresenta três classes dominantes de texturas sendo elas: a franco-arenosa, a franca e a franco-limosa. Outra das componentes deste solo são as pedras e o cascalho que se revestem de grande importância para a instalação e o cultivo da vinha, uma vez que permitem uma maior fixação e penetração das raízes facilitando a absorção da água e seus nutrientes, bem como a absorção da energia radiante, protegendo por seu fim último os solos dos efeitos da erosão torrencial. O clima da região é também um dos factores preponderantes para a produção deste cobiçado líquido, reconhecendo-se três vertentes climáticas diferentes partindo de jusante para montante do Douro, sendo elas do tipo Atlântico, Atlântico-Mediterrâneo e Mediterrâneo.

 

 

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